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Meninos que vi crescer

Atento ao comportamento das pessoas à sua volta, Airton Chips viu dezenas, centenas de pessoas crescerem. Cada uma trilhando um caminho diferente. Cada uma subindo, parando ou até mesmo descendo na escala social. É sobre isso, especialmente sobre o insucesso destes meninos que conhece desde a infância, especialmente os que se bandearam para o crime, que Airton Chips escreve. E nos convida a refletir: Por que estes garotos se perderam? O que faltou? Orientação, carinho, amor! Simplesmente atenção e exemplo? Meninos que o autor viu crescer não são heróis! Mas será que poderiam ser chamados de vitimas? De quem?

Não são apenas historias trágicas... São historias que levam o leitor a repensar o papel da família na sociedade! Que tipo de formação os jovens estão recebendo em casa e qual o reflexo dessa formação no futuro!

Numa linguagem simples, cotidiana, usando às vezes pseudônimos ou o apelido de alguns dos personagens, muitas vezes no linguajar dos próprios personagens - embora o autor use a primeira pessoa - “Meninos que vi crescer” é um livro para se ter na estante, para ser folheado ou ao menos lembrado quando o filho estiver demorando para voltar da balada...!!!

No momento em que oitenta por cento da população carcerária jovem do Brasil está intimamente ligada às drogas, como faz no blog, “Meninos que vi crescer” deixa um recado explícito a todos os pais e àqueles que pretendem sê-lo:

“Abrace seu filho... Não deixe que as drogas o abracem”!

E deixa também uma mensagem implícita no desfecho de cada historia: o destino do menino que viu crescer poderia ter sido diferente...!?

Depois de ler este livro, talvez o leitor não encontre a resposta... Mas certamente irá procurá-la!

Sobre Airton Chips

Airton nasceu Ferreira de Matos em uma casa de pau-a-pique na localidade chamada “Vargem do Coqueiro” no bairro dos Coutinhos, zona rural de Congonhal cinco meses depois de o Brasil ganhar sua primeira Copa do Mundo. Cresceu trabalhando nas ruas de Pouso Alegre em contato com as pessoas, vendo a transformação física da cidade até ingressar na policia e ver de perto o drama de dezenas, centenas de meninos contemporâneos – muitos amigos seus ou filhos de amigos. Numa segunda feira abafada de carnaval de 1981 ganhou de um delegado de policia bonachão o apelido de “Chips”, devido sua semelhança com a dupla de policiais do seriado de TV que fazia sucesso na época. Desde então seu nome ficou relegado a documentos e relatórios... No ano seguinte começou redigir as noticias policiais para a Radio Clube de Pouso Alegre. Devido à sua maneira criativa, bem humorada e apimentada de narrar os fatos, na linguagem dos seus personagens, usando suas gírias e criando outras, em poucas semanas o apresentador do programa, um velho radialista e comerciante, com receio de represálias, mas não querendo perder a audiência, disse:

- Olha, suas matérias são excelentes, mas é melhor você mesmo apresenta-las! - Estava começando aí sua carreira jornalística.

O apelido incorporou ao nome! Passou a se chamar “Airton Chips”. Foi com este nome que apresentou programas policiais e esportivos nas rádios locais e escreveu suas colunas nos principais jornais de Pouso Alegre, desde 1982 até chegar ao Blog do Airton Chips em 2011.

Formado em Direito pela FDSM em 1985, nunca exerceu a profissão de advogado. No entanto, seu conhecimento do direito foi fundamental para uma atuação diferenciada como detetive de policia durante 27 anos e para escrever sobre assuntos policiais.

Bônus: Você também encontra no livro

O mistério do Coisa Ruim da Borda

O visitante indesejado nunca mostrou a cara, porém sua presença era notada por quase todos da família, especialmente sua “pretendida”. Ele assoviava, encilhava cavalo, fazia comida e outras tarefas próprias de uma fazenda. E nos fi nas de semana promovia barulhentos saraus nos porões do casarão. Quem mais temia o misterioso visitante eram os cães, que emitiam tristes e lúgubres uivos toda vez que o visitante ‘aparecia’! Seria uma assombração?

Apesar das peraltices, Chiquinho não era um sujeito mau. Mesmo assim ganhou um apelido que levou a cidade de Borda da Mata aos quatro cantos do Brasil e do exterior: “Coisa Ruim da Borda”. Foi Roma quem autorizou o Padre Pedro Cintra a exorcizar o Coisa Ruim da fazenda. Mas o que foi que o atraiu à Fazenda da Ponte de Pedra?

O mistério do Corpo Seco

Aquela velha ameaça feita especialmente pelas mães:

- Não bata na sua mãe! Senão sua mão seca... Igual a do corpo seco! - Teve origem em Pouso Alegre a partir dos anos 1940! E não foi por acaso. O primeiro agressor de mães que teve como castigo em vida, ver não só a mão ingrata e agressora mas todo o corpo secar, foi Agostinho! Reza a lenda que ele ficou seco, pele e osso, por causa do habito de bater na mãe e cavalgar nela! Há mais de meio século crianças recalcitrantes ou malcriadas cessam a birra à simples menção do Corpo Seco! Mas será que ele existiu mesmo!?

Não só existiu como tem homem barbado que acredita que ele virou corpo seco e que ainda não morreu!

Os últimos dias de Fernando da Gata

Depois de estuprar, roubar e zombar da policia em Russas, ele desceu para São Paulo, para repetir as façanhas. Ao ser descoberto resolveu fazer um ‘tour’ por Minas Gerais. Parou em Pouso Alegre em meados de agosto de 1982. Em menos de uma semana fez estrago. Três estupros e a morte acidental de uma adolescente, alvejada pelo próprio pai que atirou no escuro da madrugada pensando ser o bandido. Caçado por mais de 80 homens – e espantado por dois policiais paulistas! - Fernando da Gata morreu solitário na beira do Rio Sapucaí com uma bala de 38 que penetrou o lado direito do seu peito. Seu corpo foi exposto na delegacia de policia até começar o tumulto...!

A verdadeira Historia do Beco do Crime

Muito antes de Franco Zeffirelli filmar a mais trágica historia de amor de todos os tempos, Jesus & Jacira encenaram a sua própria historia de amor na Rua São Pedro. Por causa da pouca idade de ambos e pequenas diferenças sociais, o romance foi proibido pelo pai da ninfeta. Mas, se não podiam ficar juntos na terra, quem sabe no céu...!

O local escolhido para a prova de amor foi a travessa Joaquim Manoel dos Reis, a dois quarteirões da Catedral onde se rezava a Missa do Galo de 1955! Mas apenas um deles sentiu a lamina fria penetrar-lhe a carne! O local fi cou conhecido como Beco do Crime!

Estas historias verídicas, exaustivamente investigadas pelo autor, estão no livro “Meninos que vi crescer”.

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